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Viver é um ato de continuidade existencial. Vida é muito mais uma do que uma expressão biológica - do contrário estaríamos resumidos a apenas seres biológicos. Isto deveria provocar uma profunda reflexão do que pretendemos enquanto seres humanos (auto-conscientes e conhecedores de que SOMOS). A saber, o que faço de concreto para deixar marcas construtivas da minha existência neste mundo; neste tempo terreno?
Viver deveria ser um ato permanente para a perpetuação da vida: Vida para mim; vida para outros. Nosso século carece de vida. Mas como posso distribuir vida se não vivo; de fato? Sejamos, pois, seres viventes exercitando com plenitude a celebração do ato divino de viver.
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